Aula única gravada · 2h20
A base que falta antes de colocar um cão na sua sala de atendimento: o que a área realmente é, o que a pesquisa sustenta, como e por que o cão ajuda, o que avaliar no animal e como uma sessão se organiza do começo ao fim.
R$ 97 Pagamento único
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Um aulão de mais de 2h
Se você chegou aqui, provavelmente
Nenhuma dessas travas se resolve com mais vídeo solto. Elas se resolvem com definição, critério e evidência — que é exatamente o que quase ninguém organiza em um lugar só.
O ponto central da aula
O cão não é o terapeuta e não conduz nada. Ele é um recurso dentro de um plano — e a aula mostra em que situações a presença dele efetivamente contribui para o objetivo do atendimento:
Engajamento
A presença do cão torna a sessão mais convidativa e favorece a permanência do paciente nas atividades propostas.
Habilidades sociais
O animal cria oportunidades concretas de interação que podem ser trabalhadas dentro do plano terapêutico.
Regulação emocional
A presença do cão pode reduzir tensão e hiperativação, permitindo acessar temas difíceis com mais segurança.
Exposição gradual
O animal facilita a aproximação de situações evitadas, quando isso faz parte do objetivo do atendimento.
E o critério que organiza tudo isso: se o cão não está aproximando o paciente do objetivo terapêutico, ele não deveria estar na sessão.
Conteúdo
Mais de duas horas de conteúdo corrido, na sequência em que faz sentido aprender.
De Geel e do Retiro de York a Nise da Silveira, Freud e Jofi, Levinson e Jingles — e por que não dá para chamar tudo isso de terapia assistida.
Função, a quem cada um atende e o status legal de acesso a lugares públicos. É a confusão mais comum e a de maior consequência prática.
As três modalidades de serviços assistidos por animais, com objetivos e exigências diferentes — e onde cada profissional se encaixa.
Contraindicações, sinais de que o vínculo está sendo deslocado para o animal e por que ter um cão dócil não basta.
Em que situações a presença do animal contribui para o objetivo do atendimento — e quando ela apenas torna o encontro agradável.
Achados sobre a neuroquímica da interação humano-animal e o que a literatura sustenta, sem transformar hipótese em promessa.
Temperamento não é treinamento: sociabilidade, reatividade, medo, capacidade de recuperação e flexibilidade. Não existe "cão adequado" — existe cão adequado para um contexto.
Definir o objetivo antes de pensar no cão, checar o bem-estar do dia, preparar o ambiente, observar durante e avaliar paciente e animal depois.
Uma criança de 9 anos com TEA e uma adulta de 53 anos com dificuldades de relacionamento — o que foi trabalhado e qual foi a função do cão em cada um.
Quatro perguntas honestas de autoavaliação, incluindo a mais difícil: você consegue colocar limites no seu próprio cão?
Para quem é
Esta aula parte de um princípio que atravessa todo o conteúdo: o cão participa porque existe uma razão para ele estar ali, e porque ele está em condições de estar. Nessa ordem.
Quem ensina
Sou psicóloga clínica e sempre fui apaixonada por animais. Por muito tempo essas duas coisas viveram separadas na minha vida, até que um atendimento mudou isso: um caso de fobia de cães, com a Capitu. Ali ficou claro para mim o quanto a presença de um animal transforma a dinâmica de uma sessão — e o quanto essa transformação precisa ser conduzida, não deixada ao acaso.
Quando decidi levar isso a sério, esbarrei no problema que provavelmente trouxe você até aqui: eu não encontrava, reunido em lugar nenhum, o básico bem explicado. Fui juntando por conta própria — definições, literatura, critérios de bem-estar, preparação do animal — e construindo meu trabalho com o Rocky, que hoje é meu parceiro de trabalho.
Esta aula é exatamente o material que eu gostaria de ter encontrado no começo. Ela não vai te dar um atalho, porque não existe. Vai te dar o ponto de partida certo.
Da prática
O conteúdo não é compilação de artigos. Vem de atendimento real, com um cão preparado especificamente para o trabalho, material próprio e atividades estruturadas.
A oferta
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Antes de decidir
Primeiros passos
Coloque porque existe uma razão para ele estar ali — e porque você sabe dizer qual é. Essa aula é onde essa razão fica clara.
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