Aula única gravada · 2h20

Tratamento assistido por cães: primeiros passos

A base que falta antes de colocar um cão na sua sala de atendimento: o que a área realmente é, o que a pesquisa sustenta, como e por que o cão ajuda, o que avaliar no animal e como uma sessão se organiza do começo ao fim.

R$ 97 Pagamento único

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Acesso imediato · 1 ano de acesso · Garantia de 7 dias

Yasmim Ferraz em consultório ao lado de Rocky, cão de terapia com colete de trabalho

Um aulão de mais de 2h

Direto ao ponto
Você assiste no seu ritmo

Se você chegou aqui, provavelmente

Você já pensou nisso e travou em algum ponto

Nenhuma dessas travas se resolve com mais vídeo solto. Elas se resolvem com definição, critério e evidência — que é exatamente o que quase ninguém organiza em um lugar só.

O ponto central da aula

Como e por que o cão ajuda

O cão não é o terapeuta e não conduz nada. Ele é um recurso dentro de um plano — e a aula mostra em que situações a presença dele efetivamente contribui para o objetivo do atendimento:

Engajamento

A presença do cão torna a sessão mais convidativa e favorece a permanência do paciente nas atividades propostas.

Habilidades sociais

O animal cria oportunidades concretas de interação que podem ser trabalhadas dentro do plano terapêutico.

Regulação emocional

A presença do cão pode reduzir tensão e hiperativação, permitindo acessar temas difíceis com mais segurança.

Exposição gradual

O animal facilita a aproximação de situações evitadas, quando isso faz parte do objetivo do atendimento.

E o critério que organiza tudo isso: se o cão não está aproximando o paciente do objetivo terapêutico, ele não deveria estar na sessão.

Conteúdo

O que a aula cobre, na ordem

Mais de duas horas de conteúdo corrido, na sequência em que faz sentido aprender.

Como a área nasceu

De Geel e do Retiro de York a Nise da Silveira, Freud e Jofi, Levinson e Jingles — e por que não dá para chamar tudo isso de terapia assistida.

Cão de assistência não é cão de terapia

Função, a quem cada um atende e o status legal de acesso a lugares públicos. É a confusão mais comum e a de maior consequência prática.

Tratamento, educação e programas de apoio

As três modalidades de serviços assistidos por animais, com objetivos e exigências diferentes — e onde cada profissional se encaixa.

O que não é intervenção assistida

Contraindicações, sinais de que o vínculo está sendo deslocado para o animal e por que ter um cão dócil não basta.

Como e por que o cão ajuda

Em que situações a presença do animal contribui para o objetivo do atendimento — e quando ela apenas torna o encontro agradável.

O que a pesquisa mostra

Achados sobre a neuroquímica da interação humano-animal e o que a literatura sustenta, sem transformar hipótese em promessa.

Como avaliar o cão

Temperamento não é treinamento: sociabilidade, reatividade, medo, capacidade de recuperação e flexibilidade. Não existe "cão adequado" — existe cão adequado para um contexto.

A sessão: antes, durante e depois

Definir o objetivo antes de pensar no cão, checar o bem-estar do dia, preparar o ambiente, observar durante e avaliar paciente e animal depois.

Dois casos reais comentados

Uma criança de 9 anos com TEA e uma adulta de 53 anos com dificuldades de relacionamento — o que foi trabalhado e qual foi a função do cão em cada um.

Essa área faz sentido para você?

Quatro perguntas honestas de autoavaliação, incluindo a mais difícil: você consegue colocar limites no seu próprio cão?

Para quem é

Feito para quem atende pessoas

É para você se…

  • Você é psicólogo e quer entender a área com base técnica antes de qualquer decisão.
  • Você atua na saúde — fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia — e vê potencial no recurso.
  • Você trabalha na educação e pensa em projetos com animais em escola ou instituição.
  • Você já tem um cão e quer saber, com critério, se ele tem perfil para esse trabalho.
  • Você quer construir uma atuação que una o seu trabalho clínico ao seu interesse por animais.

Uma condição, antes de tudo

Esta aula parte de um princípio que atravessa todo o conteúdo: o cão participa porque existe uma razão para ele estar ali, e porque ele está em condições de estar. Nessa ordem.

  • Se a intenção é colocar o próprio cão na sessão a qualquer custo, e encontrar depois uma justificativa, a aula vai na direção contrária.
  • Se o bem-estar do animal for tratado como detalhe secundário, boa parte do conteúdo não vai fazer sentido.
Yasmim Ferraz, psicóloga clínica, com Rocky

Quem ensina

Oi, eu sou a Yasmim

Sou psicóloga clínica e sempre fui apaixonada por animais. Por muito tempo essas duas coisas viveram separadas na minha vida, até que um atendimento mudou isso: um caso de fobia de cães, com a Capitu. Ali ficou claro para mim o quanto a presença de um animal transforma a dinâmica de uma sessão — e o quanto essa transformação precisa ser conduzida, não deixada ao acaso.

Quando decidi levar isso a sério, esbarrei no problema que provavelmente trouxe você até aqui: eu não encontrava, reunido em lugar nenhum, o básico bem explicado. Fui juntando por conta própria — definições, literatura, critérios de bem-estar, preparação do animal — e construindo meu trabalho com o Rocky, que hoje é meu parceiro de trabalho.

Esta aula é exatamente o material que eu gostaria de ter encontrado no começo. Ela não vai te dar um atalho, porque não existe. Vai te dar o ponto de partida certo.

  • Psicóloga clínica · CRP 06/157783
  • Especialista em Terapia por Contingências de Reforçamento — ITCR
  • Especialista em Análise do Comportamento Aplicada ao Autismo
  • Atua com cão em contexto clínico · @yasmimcferraz

Da prática

Quem dá a aula trabalha com isso

O conteúdo não é compilação de artigos. Vem de atendimento real, com um cão preparado especificamente para o trabalho, material próprio e atividades estruturadas.

Rocky com colete de trabalho, deitado e relaxado durante um atendimento
Rocky durante atendimento: colete de trabalho, postura relaxada, pausa respeitada.
Atividade estruturada montada no chão do consultório
Atividade estruturada, com objetivo definido.
Material de mediação próprio em uso durante atendimento
Material de mediação desenvolvido para as sessões.
Rocky identificado com colete em consultório
O colete marca quando o cão está em trabalho.

A oferta

O que você recebe

  • Aulão gravado de mais de 2 horas de conteúdoProduto
  • 1 ano de acesso pela área de membros da Kiwify, no computador ou no celularIncluso
  • Livro infantil "O cão de terapia — Regras para uma grande amizade" — material lúdico criado por mim para explicar às crianças as regras de interação com o cão: o que pode, o que não pode e por que ele está ali. Pronto para usar nos seus atendimentos, com o seu cão.Bônus

Pagamento únicoR$ 97

À vista no Pix ou parcelado no cartão. O acesso é liberado assim que o pagamento é confirmado.

Quero assistir

Garantia de 7 dias. Se a aula não for o que você esperava, peça o reembolso dentro de 7 dias pela própria Kiwify e receba o valor de volta, sem precisar justificar.

Antes de decidir

Perguntas frequentes

Vou aprender a conduzir sessões com o cão?
Você vai aprender como uma sessão se organiza — o que definir antes, o que observar durante e o que avaliar depois, tanto no paciente quanto no animal. Não é um protocolo pronto para aplicar sem adaptação: a própria aula defende que o ponto de partida é o objetivo terapêutico de cada caso, não uma atividade padronizada.
Preciso ter um cão?
Não. Um dos blocos trata justamente de como avaliar se um cão tem perfil para esse trabalho — temperamento, reatividade, capacidade de recuperação, flexibilidade. É útil antes de qualquer decisão, inclusive a de adquirir um animal.
Sou de outra área da saúde ou da educação. Aproveito?
Sim. Definições, avaliação do animal, bem-estar, ética e a estrutura de sessão valem para qualquer profissional que atende pessoas. Os casos vêm da psicologia, e a aula indica onde você precisa adaptar ao seu contexto.
Sou de outra abordagem teórica. Faz sentido para mim?
Faz. O conteúdo é sobre a área em si — o que ela é, o que exige do animal e como se estrutura uma sessão —, não sobre uma linha teórica específica. Os exemplos refletem a prática da Yasmim, e os princípios se aplicam independentemente da sua abordagem.
Por quanto tempo tenho acesso?
Um ano a partir da compra. A aula fica na área de membros da Kiwify e você assiste quantas vezes quiser dentro desse período.
Como funciona o pagamento?
O checkout é da Kiwify, com cartão, Pix ou boleto. No cartão e no Pix o acesso sai em poucos minutos; no boleto, após a compensação.

Primeiros passos

Não coloque o cão na sessão porque você tem um cão

Coloque porque existe uma razão para ele estar ali — e porque você sabe dizer qual é. Essa aula é onde essa razão fica clara.

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